Bem Vindo ao Blog da Paróquia de Vila da Ponte -Arciprestado de Sernancelhe - Diocese de Lamego

"A opção fundamental da Vida de um Cristão é acreditar no Amor de Deus" Bento XVI

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

JSF Vila da Ponte 1º Aniversário

 Oração do Terço
Organização de actividades em conjunto com a catequese
 Jornada Diocesana da Juventude
 Encontro Verão é Missão, 23 de Julho de 2011 em Vila da Ponte
 Recolha de Alimentos, Roupas e Brinquedos para a Aldeia SOS da Guarda
 Retiro no Seminário Menor de Resende
 Encontro da Família Espíritana
Verão é Missão 23.08.2011
 Vigilia Mariana e Procissão das Velas
 Vigilia Missionária
 Visita à Aldeia SOS da Guarda
Recepção dos jovens que fizeram Semana Missionária no Alentejo

Carta Apostólica em forma de Motu Proprio "Quaerit semper"

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Carta Apostólica em forma de Motu Proprio «Quaerit semper», com a qual é alterada a Constituição apostólica Pastor Bonus e algumas competências são transferidas da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina ao novo Departamento para os processos de dispensa do matrimónio rato e não consumado e as causas de nulidade da Ordem Sacra constituído no Tribunal da Rota Romana.

A Santa Sé, desde sempre, procurou adaptar a própria estrutura de governo às necessidades pastorais que, em cada período histórico, surgiram na vida da Igreja, alterando, por isso, a organização e as competências dos Dicastérios da Cúria Romana.
O Concílio Vaticano II confirmou, por seu lado, este critério reiterando a necessidade de adaptar os Dicastérios às necessidades dos tempos, das regiões e dos ritos, sobretudo no que diz respeito ao seu número, denominação, competência, os modos de actuar e a coordenação entre si (cf. Decr. Christus Dominus, 9).
O meu Predecessor, o beato João Paulo II, fiel a tais princípios, reorganizou globalmente a Cúria Romana, através da Constituição Apostólica Pastor bónus, promulgada a 28 de Junho de 1988 (AAS 80 [1988] 841-930), configurando as competências de cada um dos Dicastérios tendo em conta o Código de Direito Canónico promulgado cinco anos antes e as normas que já estavam a ser estudadas para as Igrejas orientais. Em seguida, com medidas sucessivas, seja o meu Predecessor, seja eu próprio, modificámos a estrutura e a competência de alguns Dicastérios para que respondessem mais adequadamente às exigências que se foram alterando.
Nas actuais circunstâncias, tornou-se conveniente que a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos se dedique principalmente a dar um novo impulso à promoção da Sagrada Liturgia na Igreja, segundo o renovamento desejado pelo Concílio Vaticano II a partir da Constituição Sacrosanctum Concilium.
Achei, portanto, ser oportuno transferir para um novo Departamento, constituído no Tribunal da Rota Romana, a competência para tratar os processos para a concessão da dispensa do matrimónio rato e não consumado e as causas de nulidade da Ordem sacra.
Por conseguinte, sob proposta do Ex.mo Prefeito da Congregação do Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e com obtido o parecer favorável do Ex.mo Decano do Tribunal da Rota Romana, ouvido o parecer do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica e do Pontifício Conselho para a interpretaçãoo dos Textos Legislativos, estabeleço e decreto quanto segue:
Art. 1.
São abolidos os artigos 67 e 68 da Constituição Apostólica Pastor bonus.
Art. 2.
O artigo 126 da Constituição Pastor bónus é modificado segundo o texto seguinte:
«Art. 126 § 1. Este Tribunal ordinariamente funciona como instância superior no grau de apelo junto da Sé Apostólica, para tutelar os direitos na Igreja; provê à unidade da jurisprudência e, mediante as próprias sentenças, serve de ajuda aos Tribunais de grau inferior.
§ 2. No Tribunal é erigido um Departamento que tem como competência julgar sobre os factos da não consumação do matrimónio e sobre a existência de uma justa causa para conceder a dispensa. Por isso, recebe todos os autos juntamente com o voto do Bispo e com as observações do Defensor do Vínculo, pondera atentamente, segundo o especial modo de proceder, o pedido para obter a dispensa e, verificando-se os requisitos, submete-o ao Sumo Pontífice.
§ 3. Este Departamento também é competente para tratar as causas de nulidade da sagrada Ordenação, segundo as normas do direito universal e próprio com as devidas adaptações (congrua congruis referendo).
Art. 3.
O Departamento para os processos de dispensa do matrimónio rato e não consumado e as causas de nulidade da Ordem sacra é moderado pelo Decano da Rota Romana, assistido por Oficiais, Comissários e Consultores.
Art. 4.
No dia de entrada em vigor destas normas, os processos de dispensa do matrimónio rato e não consumado e as causas de nulidade da Ordem sacra que estejam pendentes na Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos serão transmitidos ao novo Departamento do Tribunal da Rota Romana e, por este, serão tratados.
Tudo isto que decidi com esta Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, ordeno que seja observado em todas as suas partes, não obstante qualquer disposição contrária, ainda que digna de particular atenção, e estabeleço que seja promulgado mediante a publicação no jornal , «L’Osservatore Romano», e que entre em vigor no dia 1 de Outubro de 2011.
Dado em Castel Gandolfo no dia 30 de Agosto de 2011, sétimo do Nosso Pontificado.

BENEDICTUS PP. XVI

(Tradução de padre José Alfredo G. Patrício. Texto escrito segundo a anterior ortografia)

in http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=87487

Seminário Maior de Lamego: 50 anos a formar Sacerdotes

O actual edifício do Seminário Maior de Lamego celebrou, no passado dia 17 de Setembro, o cinquentenário da sua construção.

Foi no ano de 1956 que o então Bispo da Diocese, D. João da Silva Campos Neves, dirigiu uma Carta Pastoral a todas as comunidades diocesanas informando-as da construção do novo Seminário. Cinco anos depois, tinha lugar a sua inauguração. A primeira actividade que ali decorreu, foi o retiro anual do clero Diocesano.

O mesmo voltou a acontecer cinquenta anos depois: de 11 a 14 de Setembro ali se realizou o retiro anual do clero da Diocese. A celebração dos cinquenta anos continuou no dia 17 de Setembro, com um conjunto de eventos que reuniu Bispos, sacerdotes, religiosas e muitos outros fiéis. Foram, também, muitas as autoridades civis e militares a marcar presença.

O dia começou com as palavras de boas vindas do actual Reitor da instituição, P. Doutor Paulo Alves. Seguiu-se um conjunto de testemunhos sobre aspectos dos cinquenta anos do Seminário: o primeiro, a cargo do Sr. D. Jacinto Botelho, Bispo da Diocese; o segundo, a cargo do P. José Augusto Marques, actual Pároco de Resende; o terceiro e último, foi um testemunho dado pelo Dr. Adão Sequeira, um dos membros fundadores da Associação de Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Lamego (ASEL). No final da sua intervenção, foi entregue aos presentes um livro que, para além do texto dos testemunhos dados, também contém uma nota histórica sobre o Seminário, a lista de todos os alunos e equipas formadoras do Seminário ao longo dos 50 anos da sua existência e outros dados de interesse sobre o edifício e sobre a instituição.

Ao final da manhã, foi apresentada uma possível proposta de reutilização do actual edifício do Seminário. A proposta foi apresentada em formato de vídeo, e continha um conjunto de possibilidades para uma utilização mais eficaz do espaço de grandes dimensões que constitui aquela infra-estrutura.

Ainda antes de almoço, a actual Direcção do Seminário homenageou os membros de anteriores equipas formadoras do Seminário que, naquele momento, estavam presentes, destacando a presença de Mons. Simão Botelho, um dos sacerdotes mais idosos da Diocese.

No final do almoço, que foi servido no refeitório do Seminário, os presentes assistiram à actuação da Banda Filarmónica de Lalim, que se associou a esta ocasião.

Pelas 17h30, teve início a Eucaristia comemorativa do cinquentenário, presidida pelo Sr. D. Jacinto, e na qual concelebraram o actual Bispo de Vila Real, D. Amândio Tomás, o Sr. D. António José Rafael, Bispo emérito de Bragança-Miranda, e cerca de trinta sacerdotes da Diocese. Foi perante uma Capela repleta, que o Sr. D. Jacinto fez referência a algumas das pessoas mais marcantes da história do Seminário. E terminou com o desejo que naquele edifício continuem a ser formados sacerdotes santos e sábios.

Depois do jantar, Rao Kyao deu um recital que a todos deixou deslumbrados.
 

Missão é Partir!


Semana Missionária no Alentejo ? Tão longe? Afinal o que vais para lá fazer?

Estas foram algumas das perguntas inevitáveis, dos familiares e amigos, quando avisava que iria estar 10 dias em experiência missionária em Montes Velhos, Jungeiros e Aldeia Nova! Para ser sincero até eu coloquei essas perguntas… afinal o que posso eu fazer???

Depois de chegar ao Alentejo as minhas questões foram ficando esclarecidas… em primeiro lugar mudei o “pronome pessoal” e comecei a pensar de outra maneira: afinal o que podemos nós fazer? Uma semana missionária é um trabalho essencialmente de grupo, um trabalho para o qual cada um tem de dar o melhor de si!

Com o passar dos dias encontrei nos outros Jovens Sem Fronteiras uma nova família… uma família que não se limitava a viver para si mas que todos os dias fazia o esforço de viver para os outros! Uma FAMÍLIA que trabalhava por amor a Cristo!

            Foram tantas e tão variadas as maneiras que encontramos para servir os outros… visitas ao domicílio… brincadeiras com as crianças… actividades com os jovens… cantar com os idosos… partilhar a dor da solidão… sorrir com os vizinhos… partilhar a cultura e a experiência…

Foram 10 dias fundamentais para aprender que ainda temos muito a dar… 10 dias fundamentais para aprender que “É ridículo não ter um sorriso na cara!”

            Vou desabafar uma coisa!!! Sinceramente é muito difícil colocar em apenas 1500 caracteres tudo aquilo que é uma Semana Missionária e tudo aquilo que ela significa para cada um dos JSF…  o que se vive durante aqueles 10 dias é uma mistura de música com emoção, carinho, solidariedade, trabalho, lágrimas e sorrisos… e tudo isto dá como resultado final uma missão espectacular!!!

Missão é procurar! Missão é sair do nosso “mundinho” e colocar um sorriso no rosto do outro! Missão é servir! Missão é Partir!

Digo convictamente: o “Alentejo” abriu-nos o coração e fez com que nós procurássemos Jesus Cristo no outro e em nós próprios…



Luís Rafael Azevedo, JSF Vila da Ponte


Retiro Anual do Clero de Lamego

Realizou-se, entre os dias 11 e 14 de Setembro de 2011, o retiro anual do clero da Diocese de Lamego.
Em 1961, ano em que foi inaugurado pelo então Bispo de Lamego, D. João da Silva Campos Neves, o actual edifício do Seminário Maior de Lamego, a primeira actividade que se realizou naquele edifício foi o retiro do clero da Diocese. As comemorações do cinquentenário daquele edifício começaram, também, com o retiro que decorreu, nestes dias, naquela casa.
Orientado pelo Sr. D. António Francisco dos Santos, actual Bispo de Aveiro, mas que, alguns anos antes, tinha sido Vice-Reitor do Seminário Maior, o retiro, no qual participaram cerca de 40 sacerdotes, acompanhados pelo Sr. D. Jacinto Botelho, Bispo da Diocese, foi uma oportunidade para voltar aos inícios da vocação e com a memória, agradecida, ao período de formação sacerdotal. No retiro tomaram ainda parte os seminaristas do Seminário Maior de Lamego.
Com a sua humildade, mas com reconhecida sabedoria, o Sr. D. António foi orientando os participantes a reconhecerem a importância do Seminário e da vida espiritual no exercício do ministério sacerdotal.
Na Eucaristia do último dia, foram especialmente lembrados os sacerdotes que, este ano, já entraram na eternidade, juntamente com familiares de sacerdotes que Deus também já chamou à Sua presença. Foram ainda recordados os sacerdotes e familiares de sacerdotes que estão doentes.
Ao Sr. D. António Francisco todos agradeceram a riqueza das suas exposições e a amizade e o carinho que demonstrou para com a sua Diocese natal e com todos os participantes do retiro que dele saíram mais enriquecidos.



Ao Seminário Maior de Lamego, que quis abrir as suas portas para que nele se realizasse este retiro e, desta maneira, dar início às celebrações do seu cinquentenário, todos os participantes estão gratos pelo modo tão caloroso como foram recebidos.
 
in http://lamego-diocese.blogspot.com/

Retiro Anual do Clero de Lamego


Realizou-se, entre os dias 11 e 14 de Setembro de 2011, o retiro anual do clero da Diocese de Lamego.


Em 1961, ano em que foi inaugurado pelo então Bispo de Lamego, D. João da Silva Campos Neves, o actual edifício do Seminário Maior de Lamego, a primeira actividade que se realizou naquele edifício foi o retiro do clero da Diocese. As comemorações do cinquentenário daquele edifício começaram, também, com o retiro que decorreu, nestes dias, naquela casa.


Orientado pelo Sr. D. António Francisco dos Santos, actual Bispo de Aveiro, mas que, alguns anos antes, tinha sido Vice-Reitor do Seminário Maior, o retiro, no qual participaram cerca de 40 sacerdotes, acompanhados pelo Sr. D. Jacinto Botelho, Bispo da Diocese, foi uma oportunidade para voltar aos inícios da vocação e com a memória, agradecida, ao período de formação sacerdotal. No retiro tomaram ainda parte os seminaristas do Seminário Maior de Lamego.


Com a sua humildade, mas com reconhecida sabedoria, o Sr. D. António foi orientando os participantes a reconhecerem a importância do Seminário e da vida espiritual no exercício do ministério sacerdotal.


Na Eucaristia do último dia, foram especialmente lembrados os sacerdotes que, este ano, já entraram na eternidade, juntamente com familiares de sacerdotes que Deus também já chamou à Sua presença. Foram ainda recordados os sacerdotes e familiares de sacerdotes que estão doentes.


Ao Sr. D. António Francisco todos agradeceram a riqueza das suas exposições e a amizade e o carinho que demonstrou para com a sua Diocese natal e com todos os participantes do retiro que dele saíram mais enriquecidos.


Ao Seminário Maior de Lamego, que quis abrir as suas portas para que nele se realizasse este retiro e, desta maneira, dar início às celebrações do seu cinquentenário, todos os participantes estão gratos pelo modo tão caloroso como foram recebidos.

in http://lamego-diocese.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Missão é Partir!



Semana Missionária no Alentejo ? Tão longe? Afinal o que vais para lá fazer?
Estas foram algumas das perguntas inevitáveis, do
s familiares e amigos, quando avisava que iria estar 10 dias em experiência missionária em Montes Velhos, Jungeiros e Aldeia Nova! Para ser sincero até eu coloquei essas perguntas… afinal o que posso eu fazer???



Depois de chegar ao Alentejo as minhas questões foram ficando esclarecidas… em primeiro lugar mudei o “pronome pessoal” e comecei a pensar de outra maneira: afinal o que podemos nós fazer? Uma semana missionária é um trabalho essencialmente de grupo, um trabalho para o qual cada um tem de dar o melhor de si!
Com o passar dos dias encontrei nos outros Jovens Sem Fronteiras uma nova família… uma família que não se limitava a viver para si mas que todos os dias fazia o esforço de viver para os outros! Uma FAMÍLIA que trabalhava por amor a Cristo!
Foram tantas e tão variadas as maneiras que encontramos para servir os outros… visitas ao domicílio… brincadeiras com as crianças… actividades com os jovens… cantar com os idosos… partilhar a dor da solidão… sorrir com os vizinhos… partilhar a cultura e a experiência…
Foram 10 dias fundamentais para aprender que ainda temos muito a dar… 10 dias fundamentais para aprender que “É ridículo não ter um sorriso na cara!”
Vou desabafar uma coisa!!! Sinceramente é muito difícil colocar em apenas 1500 caracteres tudo aquilo que é uma Semana Missionária e tudo aquilo que ela significa para cada um dos JSF… o que se vive durante aqueles 10 dias é uma mistura de música com emoção, carinho, solidariedade, trabalho, lágrimas e sorrisos… e tudo isto dá como resultado final uma missão espectacular!!!
Missão é procurar! Missão é sair do nosso “mundinho” e colocar um sorriso no rosto do outro! Missão é servir! Missão é Partir!
Digo convictamente: o “Alentejo” abriu-nos o coração e fez com que nós procurássemos Jesus Cristo no outro e em nós próprios…

Luís Rafael Azevedo, JSF Vila da Ponte