Bem Vindo ao Blog da Paróquia de Vila da Ponte -Arciprestado de Sernancelhe - Diocese de Lamego

"A opção fundamental da Vida de um Cristão é acreditar no Amor de Deus" Bento XVI

domingo, 4 de abril de 2010

Homilia do Papa na Vigília Pascal


Amados irmãos e irmãs,
Uma antiga lenda judaica, tirada do livro apócrifo “A vida de Adão e Eva”, conta que Adão, durante a sua última enfermidade, teria mandado o filho Set juntamente com Eva à na região do Paraíso buscar o óleo da misericórdia, para ser ungido com este e assim ficar curado. Aos dois, depois de muito rezar e chorar à procura da árvore da vida, aparece o Arcanjo Miguel para dizer que não conseguiriam obter o óleo da árvore da misericórdia e que Adão deveria morrer. Em seguida, os leitores cristãos adicionaram a esta comunicação do arcanjo, uma palavra de consolação. O Arcanjo teria dito que, depois de 5500 anos, viria o benévolo Rei Cristo, o Filho de Deus, e ungiria com o óleo da sua misericórdia todos aqueles que acreditassem nele. “O óleo da misericórdia para toda a eternidade será dado a quantos deverão renascer da água e do Espírito Santo. Então, o Filho de Deus rico de amor, Cristo, descerá às profundezas da terra e conduzirá o teu pai ao Paraíso, para junto da árvore da misericórdia”. Nesta lenda, faz-se palpável toda a aflição do homem diante do destino de enfermidade, dor e morte que nos foi imposto. Torna-se evidente a resistência que o homem oferece à morte: em algum lugar – repetidamente pensaram os homens – deveria existir a erva medicinal contra a morte. Mais cedo ou mais tarde, deveria ser possível encontrar o remédio não somente contra as diversas doenças, mas contra a verdadeira fatalidade – contra a morte. Deveria, em suma, existir o remédio da imortalidade. Também hoje, os homens andam à procura de tal substância curativa. A ciência médica atual, incapaz de excluir a morte, procura, contudo, eliminar o maior número possível das suas causas, adiando-a sempre mais; procura uma vida sempre melhor e mais longa. Mas, pensemos um pouco: caso se conseguisse quiçá não excluir totalmente a morte mas adiá-la indefinidamente, como seria chegar a uma idade de várias centenas de anos? Isto seria bom? A humanidade envelheceria numa medida extraordinária; não haveria lugar para a juventude. A capacidade de inovação se apagaria e uma vida interminável não seria um paraíso, mas uma condenação. A verdadeira erva medicinal contra a morte deveria ser diversa. Não deveria levar simplesmente a uma prolongação indefinida desta vida atual. Deveria transformar a nossa vida a partir do interior. Deveria criar em nós uma vida nova, verdadeiramente capaz de eternidade: deveria transformar-nos de tal modo que não terminasse com a morte, mas com ela iniciasse em plenitude. A novidade impressionante da mensagem cristã, do Evangelho de Jesus Cristo era, e ainda é, dizer-nos isto: sim, esta erva medicinal contra a morte, este autêntico remédio da imortalidade existe. Foi encontrado. É acessível. No Batismo, este medicamento nos é dado. Uma vida nova começa em nós, uma vida nova que amadurece na fé e não é cancelada pela morte da vida velha, mas só então se tornará plenamente visível.

Ouvindo isto alguns, quiçá muitos, responderão: a mensagem sim, eu escuto, mas falta-me a fé. E, mesmo quem quer acreditar perguntará: mas, é verdadeiramente assim? Como devemos imaginá-la? Como se realiza esta transformação da vida velha, de tal modo que nela se forme a vida nova que não conhece a morte? Mais uma vez, um antigo escrito judaico pode nos ajudar a ter uma idéia daquele processo misterioso que tem início em nós no Batismo. Neste escrito se conta que o patriarca Henoc foi arrebatado até ao trono de Deus. Mas, ele se atemorizou à vista das gloriosas potestades angélicas e, na sua fraqueza humana, não pôde contemplar a Face de Deus. “Então Deus disse a Miguel – assim continua o livro de Henoc – 'Toma Henoc e tira-lhe as vestes terrenas. Unge-o com o óleo suave e reviste-o com vestes de glória! ' E, Miguel tirou as minhas vestes, ungiu-me com óleo suave; este óleo possuía algo mais que uma luz radiosa... O seu esplendor era semelhante aos raios do sol. Quando me vi, eis que eu era como um dos seres gloriosos” (Ph. Rech, Inbild des Kosmos, II 524).

Isto mesmo – ser revestidos com a nova veste de Deus – verivica-se Batismo; assim nos ensina a fé cristã. É verdade que esta mudança das vestes é um percurso que dura toda a vida. Aquilo que acontece no Batismo é o início de um processo que abarca toda a nossa vida –torna-nos capazes de eternidade, de tal modo que, na veste de luz de Jesus Cristo, podemos aparecer diante de Deus e viver com Ele para sempre.

No rito do Batismo, há dois elementos nos quais este evento se expressa e torna visível, também como exigência para o resto da nossa vida. Em primeiro lugar, temos o rito das renúncias e das promessas. Na Igreja Antiga, o batizando virava-se para ocidente, símbolo das trevas, do pôr do sol, da morte e, portanto, do domínio do pecado. O batizando virava-se para aquela direção e pronunciava um tríplice “não”: ao diabo, às suas pompas e ao pecado. Com a estranha palavra “pompas”, ou seja, o fausto do diabo, indicava-se o esplendor do antigo culto dos deuses e do antigo teatro, onde a diversão era ver pessoas vivas sendo dilaceradas pelas feras. Portanto, isto era o repúdio de um tipo de cultura que acorrentava o homem à adoração do poder, ao mundo da cobiça, à mentira, à crueldade. Era um ato de libertação da imposição de uma forma de vida que se apresentava como prazer e, contudo, levava à destruição daquilo que no homem são as suas qualidades melhores. Esta renúncia – com um comportamento menos dramático – constitui ainda hoje uma parte essencial do Batismo. Assim removemos as “vestes velhas”, com as quais não se pode estar diante de Deus. Melhor dito: começamos a depô-las. Com efeito, esta renúncia é uma promessa na qual damos a mão a Cristo, para que Ele nos guie e revista. Quais sejam as “vestes” que depomos e qual seja a promessa que pronunciamos fica claro quando lemos, no quinto capítulo da Carta aos Gálatas, aquilo que Paulo denomina “obras da carne” – termo que significa precisamente as vestes velhas que devem ser depostas. Paulo as designa assim: “fornicação, libertinagem, devassidão, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, ciúmes, iras, intrigas, discórdias, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a essas” (Gal 5, 19ss). São estas as vestes que depomos; são vestes da morte.

Em seguida, o batizando na Igreja Antiga se virava para oriente – símbolo da luz, símbolo do novo sol da história, novo sol que se levanta, símbolo de Cristo. O batizando determina a nova direção da sua vida: a fé em Deus trino, a quem ele se oferece. Assim, o próprio Deus nos veste com o traje de luz, com a veste da vida. Paulo chama a estas novas “vestes” “fruto do Espírito” e as descreve com as seguintes palavras: “caridade, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, lealdade, mansidão, continência” (Gal 5, 22).

Na Igreja Antiga, depois o batizando era verdadeiramente despojado das suas vestes. Descia à fonte batismal e era imerso por três vezes – um símbolo da morte que significa toda a radicalidade deste despojamento e desta mudança de veste. Esta vida, que em todo o caso já está voltada à morte, o batizando a entrega à morte, junto com Cristo, e por Ele se deixa arrastar e elevar para a vida nova, que o transforma para a eternidade. Depois subindo das águas batismais, os neófitos eram revestidos com a veste branca, a veste luminosa de Deus, e recebiam a vela acesa como sinal da vida nova na luz que Deus mesmo acendera neles. Eles sabiam que tinham obtido o remédio da imortalidade, que agora, no momento de receber a sagrada Comunhão, tomava a sua forma plena. Na Comunhão, recebemos o Corpo do Senhor ressuscitado e nós mesmos somos atraídos para este Corpo, de tal modo que ficamos já guardados por Aquele que venceu a morte e nos conduz através da morte.

No decorrer dos séculos, os símbolos tornaram-se mais escassos, mas o acontecimento essencial do Batismo continue sendo o mesmo. Este não é apenas um lavacro, e menos ainda uma recepção um pouco complicada numa nova associação. O Batismo é morte e ressurreição, renascimento para a nova vida.

Sim, a erva medicinal contra a morte existe. Cristo é a árvore da vida, que se fez novamente acessível. Se aderimos a ele, então estamos na vida. Por isso, nesta noite da ressurreição, cantaremos com todo o coração o aleluia, o canto da alegria que não tem necessidade de palavras. Por isso Paulo pode dizer aos Filipenses: “alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos!” (Fl 4, 4). Não se pode comandar a alegria. Somente pode ser dada. O Senhor ressuscitado nos dá a alegria: a verdadeira vida. Já estamos protegidos para sempre guardados no amor daquele a quem foi dado todo o poder no céu e na terra (cf. Mt 28,18). Assim, seguros de ser escutados, peçamos como diz a oração sobre as oferendas que a Igreja eleva nesta noite: Acolhei, ó Deus, com estas oferendas as preces do vosso povo, para que a nova vida, que brota do mistério pascal, seja por vossa graça penhor da eternidade. Amém.

sábado, 20 de março de 2010

Secretariado Diocesano Das Vocações em Vila da Ponte


Foi com alegria que no passado Domingo, dia 7 de Março, a paróquia de Vila da Ponte acolheu o Secretariado Diocesano das Vocações para a realização de uma Hora de Adoração ao Santíssimo, durante a qual se pediu pelas vocações (sacerdotais, religiosas, matrimoniais).
Apesar da chuva que caía, por volta das três horas da tarde, reuniram-se na Igreja Paroquial cerca de 60 pessoas, destacando-se algumas irmãs religiosas, o Sr Padre José Fernando, o Sr Padre Aniceto, o Sr Diácono António Giroto, entre muitos outros crentes que quiseram estar presentes para orar pelas vocações.
Sem dúvida vivemos um momento de oração muito agradável, em que tanto as crianças da catequese como as pessoas mais idosas se ajoelharam diante de Jesus Cristo, para o louvar, para lhe pedir e para lhe agradecer.
Entre a meditação da Sagrada Escritura, a partilha da palavra por parte do Sr Padre José Fernando e a entoação de cânticos (para a qual foi fundamental o som do órgão tocado pelo seminarista Joel), o ponto central nunca deixou de ser a oração por aqueles que são chamados.
Depois da oração, ainda houve tempo para um convívio na casa paroquial, onde se partilhou fraternalmente um lanche.
Assim agradecemos ao Secretariado da Vocações por ter organizado este momento de Adoração e a todos aqueles, que dos diversos pontos do Arciprestado também quiseram estar presentes.

O seminarista: Luís Rafael Azevedo

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

EDITORIAL

Modelos de Santidade

Quando gostamos muito de alguém, temos a tendência em imitar essa pessoa. Assim, os filhos gostam de ser como os pais, os jogadores da bola procuram ser como o Cristiano Ronaldo, e o mesmo acontece com os cantores, com os bons artistas da televisão ou do cinema. Nós, cristãos, também temos muitos bons exemplos para imitar: aquelas pessoas que foram muito santas, amigas de Deus e de toda a gente. Hoje vou recordar dois deles: o primeiro, chamava-se João Maria Vianney, era sacerdote, nasceu em França, no ano 1786 e morreu em 1859, tinha 73 anos. Porque era muito bom pároco, é o padroeiro de todos os párocos do mundo. Em 2009, fez 150 anos que ele morreu e, por isso o Santo Padre, Bento XVI, quis que de Junho de 2009 a Junho de 2010, celebrássemos um Ano Sacerdotal. E sabem para quê? Para recordar a vida deste grande homem de Deus e agradecer o exemplo que nos deixou; para nos lembrarmos que todos devemos ser santos; para rezarmos por todos os sacerdotes, e pedirmos ao Senhor novas vocações para a Sua Igreja. Então o que é que já fizemos ou podemos fazer? Seria bom conhecer a vida deste santo, lendo algum livro sobre ele; depois pedir nas nossas orações pela fidelidade dos sacerdotes e também por cada um de nós, para sermos sempre bons cristãos. Uma ideia que eu dou é esta: saber o dia do teu baptismo, o nome do Senhor Padre que te baptizou, que te deu Jesus na hóstia pela primeira vez, celebrou a tua profissão de fé, esteve presente quando recebeste o sacramento do crisma, e se já és uma pessoa casada, aquele que abençoou o teu matrimónio. Onde estarão esses sacerdotes? Já louvaste a Deus pelas graças que recebeste das mãos desses ministros sagrados? Como homens, teriam talvez algumas fraquezas mas comunicaram-te muitas graças divinas.
Outro modelo de amor a Deus e ao próximo é Jacinta Marto, aquela pastorinha que viu Nossa Senhora. Nasceu em Aljustrel, no dia 11 de Março de 1910 e morreu em 20 de Fevereiro de 1920. Se fosse viva, fazia este ano 100 anos, não é verdade? Pois esta menina, tinha o coração muito puro, gostava de correr atrás das borboletas, de apanhar flores na natureza, de cantar enquanto guardava o rebanho juntamente com o seu irmão Francisco e a sua prima Lúcia. Mas também gostava de rezar, de ajudar os pobres e de fazer sacrifícios pela conversão dos pecadores. Um dia disse à Lúcia: “vamos dar a nossa merenda aos pobrezinhos pela conversão dos pecadores”.
Vamos também nós fazer como a Jacinta: procurar viver na amizade com Jesus, fugir do pecado, oferecer as nossas orações e os nossos sacrifícios para que os pecadores se arrependam e mudem de vida. E já agora, vamos começar a pensar na visita que o Santo Padre vai fazer a Portugal no mês de Maio. É um grande acontecimento para o nosso País, porque ele representa Cristo na terra.
No dia 10 de Junho é a peregrinação das crianças da catequese a Fátima. Como o ano passado gostaria de lá ir com as nossas crianças e as catequistas. Por isso, venham sempre à catequese e terão essa alegria de ir a Fátima e de se encontrarem com milhares de crianças de todo o País. Vai ser um dia muito fixe! Estão de acordo?
Um abraço do vosso amigo
P.Aniceto

Santa Unção

No dia 11 de Fevereiro, dia de Nª Srª de Lourdes e dia mundial do doente, os doentes e idosos que frequentam o Centro de dia de Vila da Ponte viveram um dia diferente do habitual. Cerca de 30 idosos receberam o sacramento da Santa Unção. Houve uma pequena preparação em que se explicou o significado do sacramento e algumas pessoas pediram para se reconciliar. Além da parte celebrativa houve tempo para conviver e uma partida de sueca. Não faltou a chávena do chá e os bolinhos gentilmente oferecidos pela Junta de Freguesia. Na ocasião tivemos oportunidade de dialogar com um dos utentes mais idosos.

P. Como se chama?
R. Deolindo Augusto.
P. Que idade tem?
R. Faço 88 no dia 22 de Fevereiro.
P. E quantos filhos tem?
R. De repente, não me lembro. Acho que são oito ou nove.
P. Como era a sua vida quando era mais novo?
R. Era a trabalhar como pedreiro. Trabalhei em Aguiar, Beselga, Freixinho, em muitos sítios.
P. E como se vivia o tempo da Quaresma nessa altura?
R. Havia as confissões. Fazia-se jejum e abstinência conforme os senhores padres diziam.
P. Mas também se divertiam. Que divertimentos havia?
R. Havia o jogo do pião, do sete e meio, do tabarico; o jogo da burra…
P. Acha que a vida naquela altura era melhor ou pior?
R. Havia de tudo. Agora não presta para nada. Já não tenho forças para trabalhar.
P. O que gostaria de dizer hoje aos jovens?
R. Que sejam trabalhadores, honestos e educados.

Agradecemos ao Sr. Deolindo a sua experiência de vida e o testemunho que nos deixou.

Párocos em Vila da Ponte entre 1920 e 2010

1920-1924: P.Cândido Augusto Ramos Caldas
1924-1929: P.Jacinto de Almeida Mota
1929-1932: P.Manuel da Silva Tolda
1932-1936: P.Francisco António dos Santos
1936-1940: P.Afonso Augusto Ferreira
1940-1942: P.Manuel da Fonseca
1942-1953: P.Anselmo Fernandes de Freitas
1953-1979: P.Cândido António Lemos de Azevedo
1979-2000: P.Abilio Louro de Carvalho
2000-2005: P.Luis Alberto Ferreira Seixeira2005-2010: P.Aniceto da Costa Morgado

São Sebastião





































































Mais uma vez na nossa paróquia celebramos a festa a São Sebastião. Como o dia deste santo correspondia a uma quarta-feira, a festa foi adiada para o Domingo seguinte: dia 24.
Como habitual a Eucaristia foi celebrada na capela do Santo Mártir, estando o largo repleto de fiéis. Com a presença uma banda musical a Eucaristia tornou-se um pouco diferente e mais festiva, sendo ainda de destacar a homilia proferida pelo Sr. Padre Miguel Peixoto que deixou a toda a população uma palavra de grande sabedoria.
No final da Santa Missa realizou-se a procissão pelas ruas da aldeia.
Sem dúvida é importante festejar a memória dos santos, mas para organizar algo correcto e digno é necessário muito trabalho por parte de algumas pessoas e foi o que aconteceu com os mordomos desta festa, a quem fica uma palavra de agradecimento.

Quaresma

A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo. A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na Quinta-Feira Santa, com a Missa vespertina. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.Na Quaresma, somos convidados a mudar de vida. A Igreja convida-nos a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Convida-nos a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por acção do pecado, nos afastamos mais de Deus.Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.








































































































A Peso da Cruz tem sempre um sentido. Carrega a tua nesta Quaresma e em toda a tua vida.